Comportamento de risco no trânsito: porque algumas pessoas ainda persistem no erro?

Comportamento de risco no trânsito: porque algumas pessoas ainda persistem no erro? | Gustavo Baterias

Muitos acidentes de trânsito poderiam ser evitados se alguns condutores tivessem a sensibilidade de entender que um trânsito tem sempre um grande fluxo de pessoas e que a direção segura não depende dos outros e sim do bom senso de coletividade. As escolhas erradas que muitas vezes são por imprudência devem ser reavaliadas pelos condutores. Isso porque é preciso saber os riscos no trânsito e sobre os riscos fatais que isso pode acarretar.

Em casos cujo álcool exerce influência na direção são ainda mais graves. A desatenção por manuseio de celular também gera tráfegos perigosos e corrobora para que o número de acidentes aumente anualmente. Por isso, parar, refletir e mudar certos comportamentos são fundamentais.

A percepção do risco é fraca ou incompleta

O nível de saúde, de conhecimento, de estado emocional e outros fatores devem ser levados em consideração na hora de tirar a habilitação. Esses fatores quando em defasagem oferecem riscos reais sobre a percepção que o condutor tem sobre ele. Fatores psicoatípcos, por exemplo, podem levar a pessoa ao erro, devido à falta de concentração, surtos, sonolência por decorrência do uso de remédios, drogas ilícitas, dentre outros.

É importante ressaltar por esses tópicos que a mudança no comportamento é um problema que deve ser enfrentado de maneira interdisciplinar. O homem, a via e o veículos são os principais elementos que compõe esse tipo de tarefa.

No entanto, no trânsito, o condutor desempenha diversos papéis e por isso precisa ter atenção redobrada, pois sofre influência de fatores internos e externos que podem alterar o seu comportamento. Tudo isso inclui suas atitudes e personalidade, que são os principais responsáveis pela mudança de conduta no trânsito. Tanto que 90% dos acidentes, hoje, são atribuídos única e exclusivamente à imprudência dos condutores.

Outro fator que influencia no acréscimo de acidentes está ligado aos maus exemplos que vemos rotineiramente por outros condutores, como avançar sinal vermelho, furar cruzamento, entrar em ruas pela contramão, estacionar em lugar proibido, entre outros. Isso faz com que o motorista pense que adotando essa postura, não acarretará prejuízos maiores no futuro. Mas é justamente por pensar que nada poderá acontecer com ele, é que ocorrem fatalismos no trânsito.

Agora que você já possui uma boa percepção dos riscos e que para evitá-los só depende de você, pare e reflita se o seu comportamento não tem colocado a sua vida e a de outras pessoas em risco!

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